Câmara aprovou revisão da Estratégia Local de Habitação

Proposta foi aprovada por maioria com a abstenção da vereadora do PS

“A proposta de aprovação da primeira revisão da estratégia local de habitação do concelho da Guarda” foi um dos pontos em agenda, na última reunião da Câmara Municipal da Guarda, que decorreu esta segunda-feira, 11 de Setembro. A proposta foi aprovada por maioria com a abstenção da vereadora do PS, Adelaide Campos.
Com esta primeira revisão da Estratégia Local de Habitação, a Câmara da Guarda prevê a reabilitação de 74 imóveis para habitação social, num investimento de 22 milhões de euros até 2026.
O Presidente da autarquia, Sérgio Costa, disse que a nova versão da Estratégia Local de Habitação do concelho da Guarda resulta da “adaptação à nova realidade” do documento aprovado em 2021.
“Revisitámos todos os dados estatísticos após os censos de 2021 e introduzimos muito mais daquilo que estava previsto. E depois de termos feito uma auscultação a todas as juntas de freguesia, IPSS e até a Diocese da Guarda”, explicou no final da reunião.
O autarca deu conta de que foram identificados 74 imóveis, dos quais 36 são do município, a maior parte no Centro Histórico da Guarda e 38 das juntas de freguesia e terceiro sector.
O investimento previsto na Estratégia Local de Habitação do concelho da Guarda deverá permitir alojar cerca de 100 agregados familiares, num total de 400 pessoas.
Sérgio Costa explicou que a Estratégia Local de Habitação do concelho “versa apenas sobre a habitação social, que será objecto de uma candidatura ao programa 1º Direito para ser apoiada pelo PPR 2026”.
Carlos Chaves Monteiro disse que os vereadores do PSD aprovaram a revisão da Estratégia Local de Habitação do concelho da Guarda tendo em vista o aproveitamento dos Fundos Comunitários. Apesar do voto favorável, o vereador do PSD mostrou algumas “dúvidas em relação à candidatura da Câmara” no que se refere ao sector da habitação.
Adelaide Campos, vereadora do PS, também manifestou dúvidas sobre os vários investimentos para a área da habitação no concelho e considerou o documento em discussão pouco esclarecedor.

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