Opinião

Começamos dando a palavra ao poeta Fernando Pessoa na voz do heterónimo Ricardo dos Reis: «Pesa sobre os homens o decreto atroz do fim certeiro.

Costumo dizer que os melhores anos da minha vida foram os que passei no Seminário da Guarda. Foram seis anos de juventude e de sonho. Sentia que um mundo novo estava a chegar e tinha vontade de contribuir para a sua transformação.

Nas duas últimas semanas, a Rússia tentou alterar radicalmente a estratégia para a guerra.

Eu sou dos que acredito na sentença popular, “o sol quando nasce é para todos”. Isto também me leva a sustentar que para mim não há, ou pelo menos não deveria haver, cidadãos de primeira nem cidadãos de segunda.

A memória das palavras

Estava em andamento um documentário sobre Francisco de Pina. Encontrávamo-nos então em Da Nang, uma cidade situada bem no centro do Vietname, no espaço outrora designado de Cochinchina pelos portugueses.

Países como a França e a Bélgica enfrentaram acontecimentos de uma violência extrema, motivados pela ideologia islâmica, totalitária e brutal, que nos marcaram para sempre.

Outubro segue a marcha com a cadência outonal.