OS EFEITOS DA PANDEMIA

Tenho vindo a acompanhar e também a manifestar a minha opinião, sobre a moléstia Mundial que vem atormentando o Mundo. Portugal não foge desse baralho, logo tem que enfrentar esse pandemónio que não nos deixa em sossego e que a ciência decidiu designar por pandemia.Estamos perante uma peste desconhecida no mundo, assim ficamos de fora no que concerne a medicamentos ou vacinas. Logo a situação se vai debelando com isolamentos e confinamentos, para que toda a gente se afaste do Covid-19, para que o mesmo não tenha poiso onde possa difundir os seus danos, sobre os humanos, que entre os vivos são os que mais se impõem no mundo dos seres que vivem.Pelo que é dado ouvir, o isolamento é a maior proteção. Eu respeito as distâncias e tento andar só, respeitando a filosofia popular, mais vale só do que mal acompanhado.Mas tudo isto é a minha opinião com base de quem eu entendo que pode dar o melhor conselho para poder fugir aos surtos pandémicos que nos aterrorizam e fazem com que toda a gente esteja atenta ao evoluir da situação. Largueza é o melhor, são palavras que recordo do meu falecido pai, quando entendia que a proximidade a qualquer assunto era prejudicial.Ora a pandemia que dá corpo a este texto ainda não tem medicamento conhecido que a atalhe, nem vacina para a sua prevenção. Presentemente seguindo os conselhos dados pelas autoridades de saúde, a economia afunda, se por outro lado as pessoas caminharem para o seu local de trabalho nos transportes públicos que nos grandes centros andam sempre lotados, o contato entre os passageiros torna-se inevitável o que dá possibilidades ao contágio.Tudo isto acontece nas zonas periféricas, que são os dormitórios dos grandes centros que têm instalados a maior quantidade de postos de trabalho.Gera-se aqui um conflito entre as autoridades de saúde, que entendem que a distância entre os passageiros é fundamental para o controlo da doença e os autarcas que não têm ao alcance a possibilidade de disponibilizar meios de transporte para cumprir esses preceitos.De cada um dos lados se faz ouvir mais a voz, a culpa ninguém a quer e vai morrer solteira. Mas está mais que provado que é nos ajuntamentos desregrados, sem normas e autorizações que o Covid-19 maior propagação tem. Aí vejo que grande parte dos autarcas tentam lavar essas situações, pois a densidade populacional onde estes eventos acontecem é elevada e tem que se fazer as contas a uma certa distância. É que em cada um que infringiu os princípios definidos tem um voto em carteira para mais tarde poder atribuir a quem no seu entender o merece. Logo não vale a pena entrar em confrontos com “eleitorado” pois na hora das contas até é da cor.Entende-se que é melhor essa gente colocar-se como vítima, mostrando as fracas condições de habitabilidade e culpar o Serviço Nacional de Saúde que não esteve à hora certa no local exato para que tudo se evitasse.Na classe médica também se ouvem diferenças de opinião, mas aí até as entendo pois as condições quanto a instalações e de efetivo técnico variam de local para local. Logo os mais desfalcados se querem fazer ouvir pois na nossa democracia a televisão acelera mais o provimento das necessidades do que a burocracia, pois cada papel emperra em cada gabinete onde entra.Colocando todos estes dados numa balança, eu atrevo-me a dar fundamento à minha opinião. Não tem pressão de quem quer que seja, nem eu me considero uma pessoa tão influenciável que possa dar o dito por não dito por um punhado de lentilhas.No meu entender é o povo o maior culpado desta propagação. Além de não acatar o que está indicado para a sua proteção, ainda comete abusos sem haver necessidade. Vou rematar vendo-me ao espelho. Eu também sou do povo!