Bispo da Guarda diz que Bento XVI “teve a coragem de interromper uma tradição secular”

D. Manuel Felício celebra missa de sufrágio na Igreja de São Pedro

O Bispo da Guarda escreveu numa nota, publicada na página da Diocese e no Jornal A GUARDA (pág. 11), que Bento XVI fica na história como o Papa que “teve a coragem de interromper uma tradição secular, quando pediu a resignação, em 2013”.
Na nota intitulada “Despedimo-nos do Papa Bento XVI”, D. Manuel Felício sublinha que Bento XVI foi um Papa “de relação simples, mas nobre e de pensamento profundo”.
Lembra que depois de 8 anos de pontificado, na Cadeira de São Pedro e depois de quase dez na situação de emérito, o Papa Bento XVI faleceu no dia 31 de Dezembro, no Vaticano.
“Foi, de facto, um pensador, como professor de Teologia e nas muitas obras que publicou. Foi-o igualmente durantes os muitos anos de Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e, depois de eleito Papa, no exercício do Ministério que lhe ficou confiado, incluindo com a obra sobre Jesus de Nazaré, que publicou em dois volumes”, refere a nota do bispo da Guarda.
E acrescenta: Bento XVI foi o último Papa que “participou directamente nos trabalhos do Concílio Vaticano II, não como padre conciliar, mas como perito”.
O Bispo de Guarda vai celebrar, esta quinta-feira, às 18.00 horas, na Igreja de São Pedro, na Guarda, uma missa de sufrágio pelo Papa Bento XVI.

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