Festival CÔA – Corredor das Artes integra ‘Do(C)ôa’ – Nature Film Festival

Iniciativa envolve os municípios de Sabugal, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo,
Pinhel e Vila Nova de Foz Côa

O festival ‘CÔA – Corredor das Artes’ vai realizar-se no próximo mês de Julho, no Grande Vale do Côa, ao longo de cinco semanas, nos municípios de Sabugal, Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel e Vila Nova de Foz Côa.
No âmbito do festival de arte na paisagem ‘CÔA – Corredor das Artes’, surge o ‘Do(C)ôa’ – Nature Film Festival, que pretende promover, exibir e premiar obras audiovisuais em curta-metragem e/ou documentário, com foco em questões ambientais/de natureza, produzidas em qualquer parte do país.
As secções competitivas do ‘Do(C)ôa’ são abertas a filmes, documentários ou reportagens de televisão, com a duração máxima de 30 minutos e produzidos depois de 2018, por realizadores/produtores que vivam em Portugal (independentemente da sua nacionalidade) e cuja rodagem tenha também sido feita em Portugal.
O Do(C)ôa – Nature Film Festival, um festival de curtas-metragens ambientais/de natureza enquadrado no festival “Côa – Corredor das Artes”, é organizado pela Rewilding Portugal, e tem por objectivo promover, exibir e premiar obras audiovisuais em curta-metragem e/ou documentário, com foco em questões ambientais/ de natureza, produzidas em qualquer parte do mundo, além de existir também a possibilidade ao longo de cada ano/edição se promoverem acções e actividades paralelas relacionadas ao tema.
As secções competitivas a que pode concorrer são então as seguintes: Melhor Realizador (Best Filmmaker) – sem qualquer limitação de idade; Melhor Realizador Jovem (Besy Young Filmmaker) – concorrentes até aos 30 anos de idade.
As inscrições no ‘Do (C)ôa’ – Nature Film Festival decorrem até ao dia 31 de Abril. A entrega dos prémios será no dia 30 de Julho, em Vila Nova de Foz Côa, no encerramento do Festival Côa – Corredor das Artes.
O festival ‘CÔA – Corredor das Artes’ celebra a herança cultural do Vale do Côa, que existe desde a pré-história, quando as pessoas começaram a gravar em rocha pela primeira vez as criaturas que viviam nessa região. Essas gravuras, de auroques, cavalos e outros animais selvagens ilustram que o homem sempre admirou a natureza.
O evento terá um formato móvel, ocorrendo em cinco diferentes secções do Grande Vale do Côa, em fins-de-semana consecutivos e também com programação ao longo da semana.
Ao longo da semana, a programação contará com oficinas e actividades de natureza, ciência e recreação, bem como visitas e caminhadas às peças de arte desenvolvidas pelos criadores que vão estar no território em residência artística.
No total, estarão entre 6 a 10 obras de arte desenvolvidas nas residências artísticas expostas ao longo do Grande Vale do Côa, num roteiro que se torna um verdadeiro museu ao ar livre de arte integrada na paisagem e que se irá misturar naturalmente com esta. Pretende-se que o desenvolvimento destas obras crie uma ligação especial entre os artistas e as comunidades envolventes, tornando-as parte do processo criativo.

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