Novas linhas e novos horários nos transportes públicos da cidade

A partir de Janeiro de 2023 na Guarda

O Município da Guarda, através do STUG – Serviço de Transportes Urbanos da Guarda, começa em Janeiro uma nova etapa com novos horários, mais frequência de carreiras e novas linhas urbanas nos transportes públicos.
Com autocarros renovados e uma imagem nova, o Município da Guarda entra em 2023 a apostar numa maior mobilidade na cidade mais alta, colocando em funcionamento 5 linhas: A linha Azul, entre as Covas e o Campus do IPG; A linha Verde, entre o Carapito e Alfarazes; a linha Amarela, entre a R. Manuel Conde e o Campus do IPG; a linha Laranja, entre o Bairro do Torrão e a Plataforma Logística; e a linha Vermelha que circula apenas no Centro da cidade.
Esta mudança teve início em Novembro último com a criação da marca STUG, a requalificação do parque automóvel, a restruturação do sistema de venda de bilhetes e a abertura de um novo posto de venda de bilhetes e passes no Centro Coordenador de Transportes.
A partir de Janeiro, com mais carreiras e linhas, o Município pretende chegar a mais munícipes abrangendo mais território e servindo melhor quem já usa o transporte público/colectivo urbano nas suas deslocações na cidade.
Os veículos da rede Urbana já garantem, também, um sistema de acessibilidade e transporte mais inclusivo, garantindo o acesso a pessoas com mobilidade reduzida.
A curto prazo, está ainda prevista a Implementação de um sistema de informação em tempo real nos Abrigos/paragens de toda a rede. A ideia é que através de um display electrónico, o utilizador dos Transportes consiga perceber o tempo de espera do próximo autocarro, identificado por linha. Este projecto de informação em tempo real, corresponde a um investimento de cerca de 400 mil euros e será apoiado a 85 por cento por fundos europeus.
A autarquia, presidida por Sérgio Costa explica que “uma rede de transportes mais abrangente é sinónimo de uma franca melhoria da qualidade de vida, uma vez que permite um menor uso do automóvel e possibilita que os centros urbanos se tornem mais benéficos para peões e outros transportes alternativos mais amigos do ambiente, através de uma menor circulação de veículos nas estradas”. E acrescenta: “Numa altura em que as alterações climáticas ditam mudanças de paradigma na forma como vivemos e vivenciamos as cidades, é importante apostar em meios colectivos de transporte, poupando energia e evitando maior poluição”.

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