Governo quer projectar marca “Serra da Estrela” e turismo no Interior

Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços esteve na Covilhã

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços esteve na Covilhã, no dia 5 de Janeiro, na apresentação pública de duas novas linhas de apoio ao turismo e comércio.
Nuno fazenda disse que o Governo está focado em projectar a marca “Serra da Estrela” e prometeu lançar uma agenda para o turismo no Interior.
“Temos de nos focar e preocupar em mobilizar meios e instrumentos para apoiar as empresas da serra da Estrela, apoiar as instituições da serra da Estrela e projectar a marca ‘Serra da Estrela’, explicou.
O Secretário de Estado esteve na apresentação de duas linhas de apoio ligadas ao sector do comércio e turismo, uma delas exclusivamente destinada aos seis concelhos afectados pelo incêndio registado em agosto na serra da Estrela.
Nuno Fazenda referiu que o apoio cumpre a promessa que foi feita pelo Governo após o fogo e reiterou a importância de se continuar a desenvolver o trabalho conjunto para valorizar a Serra da Estrela, que classificou como uma das “jóias da coroa”.
Explicou que uma das suas prioridades políticas passa pela “afirmação do interior” prometendo que em breve será lançada uma agenda para o turismo no Interior. Adiantou que “é uma prioridade do Governo a diferenciação positiva do Interior e, no caso do Turismo, nós vamos lançar uma agenda para o turismo no Interior, numa clara aposta de diferenciação positiva do Interior”.
O primeiro passo prende-se com os apoios apresentados, designadamente a “Linha Consolidar + Turismo”, que tem uma diferenciação positiva para as empresas turísticas localizadas no Interior, as quais vão beneficiar de maiores montantes e prazos mais alargados.
A Linha de Apoio à Valorização do Comércio dos concelhos do Parque Natural da Serra da Estrela, cuja portaria foi publicada na passada semana, destina-se exclusivamente aos concelhos de Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia, que foram afectados pelo incêndio de agosto.
Com uma dotação orçamental de dois milhões de euros, este apoio tem como grande objectivo ajudar o comércio a retalho daquela região, tendo uma taxa de financiamento a 80%, num valor que pode ir ao máximo de 7.500 euros por estabelecimento, segundo explicou hoje Fernanda Ferreira Dias, da Direcção Geral das Actividades Económicas.

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